quinta-feira, 26 de junho de 2008

.Vim para espalhar o calor aos que tem frio.

Para nota meramente explicativa resumo o dia em uma palavra. Ávido! E caso pudesse juntamente com ‘tal licença poética' anexar uma foto, ainda que procurasse muito, caso o tempo me fosse abundante, não encontraria algo que demonstrasse por onde passeia minha imaginação. Infelizmente não consigo oferecer o desfrute a outrem, é meu, somente meu, como também é egoisticamente meu o vislumbre luxuoso de minhas lembranças. Instinto. Com algumas imagens salpicadas, luminárias vermelhas com bolhas fervilhantes e corpetes. Pequenas tatuagens naturais ou mero lembrete feio a mão em mãos tremulas e sedentas de uma sede que já se fez satisfeita. Uma grande armada do tempo ou até um grande abismos entre corpos, troca-se abismos por vulcões, prefiro cair em vulcões a cair em abismos, não que quero cair em algum desses, mas para uso literário, vulcão, é algo bem mas excitante, é exatamente o que aconteceu, um período bem Bukowskiano (bem coisa de velho safado) parênteses para quem ainda não leu nada do Charles, digo que está perdendo seu tempo precioso, amigo! Maravilhosos vulcões banhados a luminárias, perfumes doces e chocolate. E só. Exatamente isso. Quem disse que as coisas são eternas aqui. Nunca foi pelo menos em minha historinha, fique a vontade, se quiser um conto eterno invente o seu. Para concluir, “o amor não entra nessa história, o amor não é pra mim meu caro, o amor é para quem acredita que ele exista”.


Original Sin, filme bom, muito bom, escada boa, bem boa...eu sei, eu sei.

lg

6 comentários:

Lalá disse...

Também acredito na questão da eternidade, ou a inexistencia da mesma. Nada dura pra sempre.
Agora a saudade...vish! Pode até não ser eterna, mas enquanto eu viver ela será um sentimento constante.
Faz parte do amadurecer saber deixar as pessoas irem embora, mesmo que ainda precisemos delas.

Ps: quisera eu saber ordenar as palavras tão bem quanto você; parabéns.

Anônimo disse...

Eu diria a mesma coisa, quisera eu saber rssss

Anônimo disse...

Eu queria um pouquinho desse calor. Ah lu você deve as vezes deixar cair essa capa de super-forte que está envolta em você. Não se engane quanto as suas fraquezas. Uma concha é isso que sou. E você ainda me deve um café.

Fe disse...

O texto está lindissímo, bem com os pontos de tristeza e alegria mesclados a lá luana, adoro, adoro.

Doce disse...

Ninguém consegue explicar uma situação tão bem como você.
A capacidade de fazer com que o leitor se insira no que propõe o texto é pra poucos.
Real ou imaginário isso ninguém sabe e é aí que esta a grande sacada da escritora.
COmo sempre.... Perfeito.
Eu...como sempre...me derreto!

candy disse...

a escada foi boa.