segunda-feira, 30 de novembro de 2009

.Teus olhos caberé celeste.



Se a gente não sabe se ama
E não se decide que quer
A dúvida não desinflama
Enquanto a gente não se der


Não vai saciar essa chama se não decifrar o que é.



Se algo entre nós se insinua
E doce tontura nos traz
O que delicia tortura
E não dá descanso nem paz

domingo, 29 de novembro de 2009

.Te perdôo por pedires perdão, por me amares demais.

Mas tudo ou sobrou ou foi pouco - não sei qual - e eu sofri.



.Pôs a mala no chão, acendeu meu olhar.


Eu vivi todas as emoções, todos os pensamentos, todos os gestos. E fiquei tão triste como se tivesse querido vivê-los e não conseguisse. Amei e odiei como toda a gente...


.. Veio sem me avisar, foi abrindo o portão.

Do que não foi, nem pôde ser, e é tudo. Dá-me mais vinho, porque a vida é nada.

sábado, 28 de novembro de 2009

.Sinto a batucada se aproximar estou ensaiado para te tocar.

A analogia informática continua certeira, é como um programa novo, um brinquedo novo. Mas depois a gente abre o arquivo mais antigo, é bom, reaviva, estimula, meu Deus, por que erigimos empecilhos absurdos e destrutivos da beleza da Criação, os arquivos podem conviver na maior paz; clica, ele abre, tudo pronto para o deleite de todos e o cumprimento cioso quão alegre da sina! O limite é a memória! E quantos gugóis de bytes não temos na memória? Nunca vamos usar nem um zilionésimo, por mais que vivamos e abertos sejamos.



.Vem pra minha ala que hoje a nossa escola vai desfilar.

Minimiza um, roda embaixo o outro, exporta um arquivo pra lá, outro pra cá, a informática é muito educativa, [...] o buraco é abissalmentissimamente mais embaixo.