segunda-feira, 7 de abril de 2008

Amado.


"O que sentimos, não o que é sentido, é o que temos. Claro, o inverno estreita. Como à sorte o acolhamos. Haja inverno na terra, não na mente, e amor a amor, ou livro a livro, amemos nossa lareira breve." (Ricardo Reis)

11 comentários:

Anônimo disse...

Agora que sinto amor

Anônimo disse...

Tenho interesse no que cheira.

Anônimo disse...

Nunca antes me interessou que uma flor tivesse cheiro.

Anônimo disse...

Agora sinto o perfume das flores como se visse uma coisa nova.

Anônimo disse...

Sei bem que elas cheiravam, como sei que existia.

Anônimo disse...

São coisas que se sabem por fora.

L.g disse...

Já que começou termine!

Anônimo disse...

ok.
Hoje às vezes acordo e cheiro antes de ver.

as20 disse...

heterônimo predileto. . .

Kalar disse...

See Please Here

Doce disse...

Evoluir em sentidos!
Eis a necessidade do homem moderno que de tudo sabe mas quase nada sente.
Raras excessões e ainda bem!
beijO!