quinta-feira, 8 de maio de 2008

.Voltaire.

E a ironia continua, sua visão da arrogância humana se destaca pelo sarcasmo:

O homem dos quarenta escudos, que já o era no mínimo dos duzentos, perguntou em que local se achava o seu filho.

- Numa pequena bolsa - lhe disse o amigo, - entre a bexiga e o intestino reto.

- Santo Deus! - exclamou ele. - A alma imortal de um filho nascida e alojada entre a urina e algo pior!

- Sim, meu caro vizinho, a alma de um cardeal não teve outro berço; e com tudo isso ainda se fazem de arrogantes e dão-se ares.


3 comentários:

Anônimo disse...

Sou a febre que lhe queima mas você não deixa
Sou a sua voz que grita mas você não aceita

Anônimo disse...

Ao mesmo tempo que te adoro te odeio.
Eu sei. Em minha juventude tanto me condenaram, ter razão custou-me tanto que, hoje, me repugna a autocrítica.
Mas não estava de humor para reconhecê-lo. Peguei a garrafa de uísque.
Ressalva.

Nenos disse...

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