quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

De que vale a vontade

De que vale essa saudade na boca
Perdoa essas noites febris

Perdoa se fiquei louca.

De que vale querer tanto
De que vale excluir o outro
Perdoa esse ouvido que te impediu de falar
Perdoa esse olhar que não notou seu pranto.
De que vale o tudo, se o nada se perde no ar...
Recorre ao escuro se ao sol você não soube amar...
Chama de Vadio e Inseguro aquele que quer te deixar.

lg

6 comentários:

Anônimo disse...

Poxa!Muito legal esse seu poema moça!Gostei mesmo, é de um lirismo imprecionante.

Anônimo disse...

minha amiga que emoção, que beleza profunda na honestidade escrita por você.

Anônimo disse...

Essas duas ultimas publicações são de mais!!!

Bruna disse...

Primeiramente quero agradecer-te pelo elogio a respeito do meu poema, obrigado. E teu tbém é de uma beleza ímpar, singular. Queria aproveitar a oportunidade para te convidar a fazer parte do meu grupo de estudos, contarei com você.

Doce disse...

é a minha escritora preferida!

BeijO! ;)

BrUnO disse...

É poetisa. . . lindas palavras acerca do primeiro motor que move o SOFRIMENTO humano nesse eterno retornar! o desejo sustenta fantasias irrealistas,e dada a incerteza do poeta,qual as disparidades nos seus conceitos de vontade e desejo? existem? se caso existirem qual o porque da particularidade semântica?
O desejo (ou vontade)penso,tem sentido de ilusão, afago para uma pobre alma fria, artefato de alienado,enfim! Tudo aquilo ao que se apegamos para encher de sentido nossa existência êfemera não??!!