domingo, 16 de setembro de 2007

Apêndice vivo de um mecanismo morto.


De muito gorda a porca já não anda 
De muito usada a faca já não corta
Como é difícil, pai, abrir a porta
Essa palavra presa na garganta
Esse pileque homérico no mundo
De que adianta ter boa vontade
Mesmo calado o peito, resta a cuca
Dos bêbados do centro da cidade
Talvez o mundo não seja pequeno
Nem seja a vida um fato consumado

Um comentário:

Anônimo disse...

meu. . .quem é vc????
como vim parar aqui???
pq volto sempre????