domingo, 21 de dezembro de 2008

.Sem desespero e sem desgosto.

Daquele dia quando me perguntaram o que eu era, ou o que me tornaria. Certamente não sei. Entretanto era de gosto deles que eu não soubesse. Mas caso viesse a réplica, gostaria de perguntar:


- O que você será quando eu for?
Lg

5 comentários:

Anônimo disse...

Poxa vida lu, é bem isso, as pessoas nunca querem saber o que nós já conquistamos ou o que já somos, sempre trabalhando com o futuro, sempre desmerecendo o nosso presente.

Anônimo disse...

Lg no cantinho adoooorooo!!!

rp disse...

Maravilhosa a sua réplica.

Anônimo disse...

Luana Garcia como sempre encantadora.

. disse...

Adoro a sua ironia, parece lançar tapas ao vento. Adoro coisas muitas, mas tenho preferência pelas suas. De toda forma, contemplar o que me enche os olhos é encargo de grande gosto. Gosto até pela saudade. Pela dor. Mas a dor é tão velha que pode morrer.