segunda-feira, 21 de julho de 2008

.Bukowski fora de seus muros.

E, de repente, quando se vê, as nossas vidas dependem, mais uma vez, de verdadeiros idiotas.

As bombas talvez nem sejam lançadas; por outro lado, talvez sejam. Uni, duni, tê, salamê mim guê...

Portanto, caros leitores, se me derem licença, vou voltar pras putas, pros cavalos e pra garrafa enquanto há tempo, se isso contribui pra gente morrer, então, para mim, parece bem menos repugnante ser responsável pela nossa própria morte do que qualquer outra modalidade que ande por aí, disfarçada com rótulos sobre liberdade, democracia, humanidade e/ou qualquer outra espécie de papo furado.

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