segunda-feira, 9 de abril de 2007

Ai amor.

Ai amor quanto grasejo,
seu corpo molhado,
seu beijo.

Ai amor se eu vejo,
a corpo nu,
meu desejo.

10 comentários:

lika disse...

Putz, falaram que isso era de alto nível, só não sabia quão grande era esse nível. Minha sorte é ter você para conversar, e quanto tempo já acontece isso não é mesmo, você faz parte das minhas tardes, me ensina a cada frase, uma amiga incomparável. Você. Sempre você.

Pedro disse...

Lu isso me lembrou as orgias de Camadéus, falando nessas coisas quentes faço aqui um convite. Dança comigo no sábado? Vai ter uma Baile no Iate e queria que fosse comigo, por favor, atenda esse amigo desesperado. Adoro você!

Anônimo disse...

Moça acho que nunca vou te encontrar e desfrutar de um bom papo, quem mandou eu morar longe e descobrir você, fico aqui chupando o dedo.

Ligia disse...

Meu amor se você for embora...
Diga lá o que será de mim...
Buuuáááááááá
Isso mesmo some...
Aquele bar não é mais o mesmo...
Aquela menina,
que ia
que ria
não vai mais.

Anônimo disse...

poetisa também ahhh ai já é muito pra mim!

Bia disse...

Sublime. Puramente seu.

Anônimo disse...

Um dia quando eu ler como vc lê eu farei esse mesmo sucesso, um dia quem sabe eu consiga.

Pri disse...

só para dizer que estou passando aqui, eu nunca te esqueço, nunca!

Doce disse...

tudo com vc!
tudo por vc!
é o complemento o segmento...
AMO!

Agente social 20 disse...

Amor. . . emoção passiva muitas vezes não racionalizada pelo nosso entendimento, delírio lúdico de poeta, mais um mito com um fim último que objetiva a explicação de uma necessidade orgânica????
sempre chega em silêncio e sai devorando imperativamente todos os sonhos e esperanças que, em outros céus de outono, moviam a roda viva das almas amorfas. Posto isso, se a razão é, e tão somente deve ser escrava das paixões, a única maneira de transpor uma emoção é com outra maior ainda!!!!
Estou bêbado de Spinoza!!!!!