quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

.Minhas palavras a ti chegarão nas asas de um pássaro.


Toda minha.

Descrê do povo falso e vão. Esquece tua insegurança. Que tua alma vacilante não dê abrigo à opressão. Em teu seio não acalentes da tristeza estéril a serpente, e em minha casa, livre e orgulhosa, entra como legítima senhora!


Fiódor Dostoiévski - Notas do Subsolo.

.Pelo pálido do rosto apostava que era cálido.

Crê-me: ouvi com piedade, atento a cada palavra. Tudo entendi, filha da desdita! Tudo perdoei e esqueci. Por que da dúvida secreta és tu escrava perpétua? Por que da opinião vazia da turba segues cativa?



Fiódor Dostoiévski - Notas do Subsolo.

Tu me contaste tua história, antes de mim acontecida.

Conclusão final senhores: é melhor não fazer nada! É melhor a inércia consciente! Pois, então, viva o subsolo! Apesar de eu ter dito que invejo o homem normal até a minha última gota de fel, nas condições em que o vejo, não quero ser ele. (Embora não pare de invejá-lo; não, não, o subsolo, em todo o caso, é mais vantajoso!) Ao menos, lá é possível... Ah! Estou mentindo agora também! Porque eu mesmo sei, como dois mais dois, que o melhor não é o subsolo, mas outra coisa diferente, completamente diferente, pela qual anseio, mas que jamais saberei! Que vá para o diabo o subsolo!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

.Oh doce amada, desperta.

Vai teu caminho que eu vou te seguindo no pensamento e aqui me deixo rente quando voltares, pela lua cheia para os braços sem fim do teu amigo! Vai tua vida, pássaro contente, vai tua vida que eu estarei contigo!

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

.Chico Buarque, até amanhã!



O que será que me dá?

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

.Fiz promessa à minha santa. Me traga um amor ligeiro.


Gostoso, com fogo, só meu!

Créditos: Alinne Góes

.Como qualquer outro, sou igual.


E então, em plena vida, é que o sonho tem grandes cinemas. Quando durmo muitos sonhos, venho para a rua, de olhos abertos, ainda com o rastro e a segurança deles. Meus passos vão concordes e consoantes com obscuros desígnios.