Não era amor, era sorte, era travessura, era sacanagem, era dois celulares desligados, era inverno, era sem medo...não era amor, era melhor.
O senhor tolere minhas más devassas no contar. É ignorância.
Não era amor, era sorte, era travessura, era sacanagem, era dois celulares desligados, era inverno, era sem medo...não era amor, era melhor.
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Todos os outros velhos se preocupam com tudo; eu não me preocupo com nada; o que quer que possa acontecer, tudo me é indiferente, e essa indiferença não é obra de minha sabedoria, é obra de meus inimigos. Aprendamos, portanto, a tirar essas vantagens, como compensação aos males que me fazem. Ao me tornar insensível a adversidade, me fazem mais bem do que se tivessem me poupado de seus golpes. Se não a experimentasse, poderia ainda temê-la, ao passo que dominando-a não a temo mais.
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Em última análise, parece-me que deviamos ler apenas livros que nos mordam e firam. Se o livro que estamos a ler não nos desperta violentamente como uma pancada na cabeça para que nós havemos de nos dar o trabalho de o ler?
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Menininha, não cresça mais não
Fique pequenininha na minha canção
Senhorinha levada
Batendo palminha
Fingindo assustada
Do bicho-papão
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