quarta-feira, 29 de maio de 2013
.como se fosse máquina.
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19:44
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...plebiscito...
.como se fosse a última.
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19:39
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...plebiscito...
quarta-feira, 22 de maio de 2013
.Era isso.
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16:18
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sexta-feira, 17 de maio de 2013
Largou família, bebeu veneno. E vai morrer de rir!
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00:08
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segunda-feira, 13 de maio de 2013
.Depois de medicada, retirou-se pro seu lar, ai a notícia carece de exatidão.
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21:33
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sexta-feira, 10 de maio de 2013
.Não sei o título.
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17:16
1 ...plebiscito...
.Se é pra falar de verdades.
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17:03
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quinta-feira, 9 de maio de 2013
.que dia, que tristeza, que noite...
Que agonia!
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01:08
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segunda-feira, 6 de maio de 2013
.Que não esqueça que a subida mais escarpada, e mais a mercê dos ventos, é sorrir de alegria.
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17:46
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...plebiscito...
.Era uma dessas coisas lindas que têm por ai.
Não me falta sofá
Só falta você sentada na sala
Só falta você estar
E nela uma porta pra você entrar
Não me falta tapete
Só falta o seu pé descalço pra pisar
Só falta você deitar
Não me falta o sol da manhã
Só falta você acordar
E o vento brincar no quintal
Embalando as flores do jardim
Balançando as cores no varal
Por que não chega agora?
Até o teto tá de ponta-cabeça
Porque você demora
Por que não chega logo?
Nem o prego aguenta mais
O peso desse relógio
Abajur, sala de jantar
Não me falta cozinha
Só falta a campainha tocar
Uivando só porque você não está
Parece até que está pedindo socorro
Como tudo aqui nesse lugar
Só falta ela ser um lar
Não me falta o tempo que passa
Só não dá mais para tanto esperar
E a nuvem desenhar um coração flechado
Para o chão voltar a se deitar
E a chuva batucar no telhado
Por que não chega agora?
Até o teto tá de ponta-cabeça
Porque você demora
Por que não chega logo?
Nem o prego aguenta mais
O peso desse relógio
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01:19
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sábado, 4 de maio de 2013
.Brasileirinho, linha por linha.
Sem folha não tem vento.
Igual a como quando eu passo no subúrbio,
ai me dá uma tristeza no meu peito.
Que noite mais funda kalunga,
o coração de pássaro no fundo do cativeiro.
o batuque das ondas nas noites mais longas me ensinou a cantar,
que viagem mais longa Kandonga,
batendo o samba no meu peito.
O céu cobriu nas noites de frio minha solidão,
vou aprender a ler pra ensinar meus camaradas.
Eu cheguei vestido de rei, quem me chamou?
Eu vi que o vento zuniu, eu vi que a folha caiu, eu vi que relampiou,
a correnteza do rio vai levando aquela flor,
meu bem já está dormindo,
zombando o meu amor.
Cabocla, teu penacho é verde, é da cor do mar,
eu vou me banhar nas águas claras de Janaina.
Que saudade do luar da minha terra,
na serra branquejando,
folha seca pelo chão.
Parece até que a alma da lua descansa,
escondida na carganta do galo a soluçar.
Brasil que eu amo, que seria de mim sem a fé em Antônio?
Saúde que foge, volta por outro caminho,
maldade que vem vai.
Olha para o céu meu amor, vê como ele está lindo.
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00:43
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quinta-feira, 2 de maio de 2013
.Minha casa vivia na sua.
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13:58
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Marcadores: Minhas Palavras.
.Um cisco, um nada.
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01:20
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quarta-feira, 1 de maio de 2013
.Nossas vidas não são tão diferentes, embora tentamos acreditar que são.
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19:38
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domingo, 28 de abril de 2013
.Eu bêbado e a Lydia louca era uma parada de igual pra igual.
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13:26
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