Sabe o que é esse título? Uma
verdade. Dessas que escutamos em filmes ruins. Falando em filme ruim comprei um
que julgava como tal e me surpreendi. Lola
versus, incrível. Django,
maravilhoso. O Hobbit, surpreendente.
A estranha vida de Timothy Green, cuti-cuti.
Shame, fraco e sem graça. Um corpo que cai, do Hitchcock, dá sono.
Quer mais? E a dissertação? Depois tem mais. Hoje descobri que na Rússia existe
uma cirurgia para aumentar a altura das pessoas, funciona assim, cerram o osso
da panturrilha, esqueci o nome dele, colocam uns parafusos, esperam cicatrizar
e a pessoa ganha de 3 a 5 centímetros por cirurgia. Tem louco pra tudo. Também
não sei se é verdade. Não pediram meu documento na entrada do pub, que ridículo
isso. Quer saber? Não me importo. Mas me importo com a dissertação. E com a máquina
de nespresso que não chega nunca, com o valor das cápsulas e com a gastrite que
vai me possibilitar no máximo oferecer café as visitas. Que delícia ser gente
grande. Que arraso. Acho o máximo! Estou fazendo uma experiência sociológica e
gostaria de saber se você pode me ouvir só um segundo, porque está caro a
terapia. Qual seu nome? Anônima. Está ai. Anônima poderia ser um nome grego. Coitada,
está viajando. Você vai para a casa da amiga e fica discutindo a dosagem do
prozac dela, do rivotril, da fluoxetina, e tudo aquilo que te dão para respirar.
Depois você tenta explicar a sua tese e tenta acreditar na cara dela de quem
está entendendo. Não importa. Volta um pouco, no pub, quando cheguei, pedi
energético. Super normal. E a pessoa disse: com que? Com gelo. E o que mais,
uma vodka, rum... Não, só com gelo mesmo. Ta! Estranhamento. Ai a amiga se
empolgou e no meio do meu energético bateu a mão no copo e pluft, acabou. A madrugada
não acabou e a dissertação vai sair.
LG


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