Afugentar do presente os demônios da história. Quer isto dizer, em outras palavras, que a lúcida inteligência das coisas idas ensina que não podemos voltar atrás e nem há como pretender ir buscar no passado o bom remédio para a miséria do momento que corre.
Gostaria de citar certa passagem de Goethe, também evocada por Croce, segundo a qual somente valia a pena conhecer o passado para libertar-se dele.






