terça-feira, 16 de janeiro de 2007

Eu rabisco o sol que a chuva apagou...


Lá vem, lá vem, lá vem De novo Acho que estou gostando de alguém

Composição: Renato Russo

segunda-feira, 15 de janeiro de 2007

...momentos...


Tu não faz como o passarinho
Que fez um ninho e avoou,

Mas eu fiquei sozinha,
sem teu carinho,
sem teu amor.

AMOR DE LONGE


"marisa monte"

quinta-feira, 11 de janeiro de 2007

Dos meus...


Imagem: Autor FRAMANURA

E o que seria das ninfas...onde fica essa ilha dos amores?
Camões, vilões, sonhos, atores e sedutores.
Para que serve o mar, se não para trazer de longe aquilo que nos dá esperança.
O abraço, o carinho, a faca que mata a saudade...lembranças.
Talvez da blusa que não voou com o vento, da alça que não soltou.
Fica a vontade de tirar com a boca aquilo que o tempo não ajudou.


texto: LG

sobre DESCULPAS ...

AS FOTOS QUE AQUI SE MOSTRA NÃO SÃO DE MINHA AUTORIA...
PEÇO DESCULPAS PARA OS RESPECTIVOS AUTORES QUE NÃO FORAM CITADOS AQUI E PRONTIFICO-ME A COLOCAR OS CRÉDITOS A ELES.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2007

Só não conto os fatos de minha vida: sou secreta por natureza.


O que há então? Só sei que não quero a impostura. Recuso-me. Eu me aprofundei mas não acredito em mim porque meu pensamento é inventado.

Entropia



Chovia e eu fazia amigos.



Nós chegamos a dividir uma àrvore...

sábado, 6 de janeiro de 2007

quinta-feira, 4 de janeiro de 2007

Da gente


"Todos estão loucos neste mundo? Porque a cabeça da gente é uma só, e as coisas que há e que estão para haver são de mais de muitas, muito maiores diferentes, e a gente tem de necessitar de aumentar a cabeça, para o total. Todos os sucedidos acontecendo, o sentir forte da gente – o que produz os ventos.

Só se pode viver perto de outro, e conhecer outra pessoa, sem o perigo de ódio, se a gente tem amor. Qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura."

FIGARO!


Porque ninguém mais tem a minha sorte.
Ninguém tem uma mãe que canta tão gravemente a dor de corredores vazios.
Sem alarde, assim a voz adentra o quarto.
Eu sei quando ela canta e ri, eu sei quando ela canta e chora.
Minha mãe. Ninguém mais tem a minha sorte.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2007

TEMPORAL


Não há guarda-chuva
contra o tempo,
rio fluindo sob a casa, correnteza
carregando os dias, os cabelos.

VIDA


Alturas, tiras, subo-as, recorto-as
E pairamos as duas, eu e a Vida
No carmim da borrasca. Embriagadas
Mergulhamos nítidas num borraçal que coaxa.
Que estilosa galhofa. Que desempenados
Serafins. Nós duas nos vapores
Lobotômicas líricas, e a gaivagem
se transforma em galarim, e é translúcida
A lama e é extremoso o Nada.
Descasco o dementado cotidiano
E seu rito pastoso de parábolas.
Pacientes, canonisas, muito bem-educadas
Aguardamos o tépido poente, o copo, a casa.

Ah, o todo se dignifica quando a vida é líquida

terça-feira, 2 de janeiro de 2007

Caminhos


SE BEBER NÃO DIRIJA.

UM ANO NOVO REGADO A DRUMMOND


Os meninos dormiam sonhando outros natais muito mais lindos
mas os sapatos deles estavam cheinhos de brinquedos
soldados mulheres elefantes navios
e um presidente de república de celulóide.

aqui jaz 2006

[...] e sob os gonzos da família e da classe,
fica sempre um pouco de tudo.
Às vezes um botão. Às vezes um rato.