
Lá vem, lá vem, lá vem De novo Acho que estou gostando de alguém
Composição: Renato Russo
terça-feira, 16 de janeiro de 2007
segunda-feira, 15 de janeiro de 2007
...momentos...

Tu não faz como o passarinho
Que fez um ninho e avoou,
Mas eu fiquei sozinha,
sem teu carinho,
sem teu amor.
AMOR DE LONGE
"marisa monte"
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Lg.
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14:48
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quinta-feira, 11 de janeiro de 2007
Dos meus...

Imagem: Autor FRAMANURA
E o que seria das ninfas...onde fica essa ilha dos amores?
Camões, vilões, sonhos, atores e sedutores.
Para que serve o mar, se não para trazer de longe aquilo que nos dá esperança.
O abraço, o carinho, a faca que mata a saudade...lembranças.
Talvez da blusa que não voou com o vento, da alça que não soltou.
Fica a vontade de tirar com a boca aquilo que o tempo não ajudou.
texto: LG
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Lg.
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17:46
2
...plebiscito...
Marcadores: Minhas Palavras.
sobre DESCULPAS ...
AS FOTOS QUE AQUI SE MOSTRA NÃO SÃO DE MINHA AUTORIA...
PEÇO DESCULPAS PARA OS RESPECTIVOS AUTORES QUE NÃO FORAM CITADOS AQUI E PRONTIFICO-ME A COLOCAR OS CRÉDITOS A ELES.
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Lg.
às
17:28
0
...plebiscito...
quarta-feira, 10 de janeiro de 2007
Só não conto os fatos de minha vida: sou secreta por natureza.

O que há então? Só sei que não quero a impostura. Recuso-me. Eu me aprofundei mas não acredito em mim porque meu pensamento é inventado.
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Lg.
às
17:21
1 ...plebiscito...
sábado, 6 de janeiro de 2007
quinta-feira, 4 de janeiro de 2007
Da gente

"Todos estão loucos neste mundo? Porque a cabeça da gente é uma só, e as coisas que há e que estão para haver são de mais de muitas, muito maiores diferentes, e a gente tem de necessitar de aumentar a cabeça, para o total. Todos os sucedidos acontecendo, o sentir forte da gente – o que produz os ventos.
Só se pode viver perto de outro, e conhecer outra pessoa, sem o perigo de ódio, se a gente tem amor. Qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura."
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Lg.
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16:47
2
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FIGARO!

Porque ninguém mais tem a minha sorte.
Ninguém tem uma mãe que canta tão gravemente a dor de corredores vazios.
Sem alarde, assim a voz adentra o quarto.
Eu sei quando ela canta e ri, eu sei quando ela canta e chora.
Minha mãe. Ninguém mais tem a minha sorte.
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Lg.
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16:38
2
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quarta-feira, 3 de janeiro de 2007
TEMPORAL

Não há guarda-chuva
contra o tempo,
rio fluindo sob a casa, correnteza
carregando os dias, os cabelos.
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Lg.
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14:25
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VIDA

Alturas, tiras, subo-as, recorto-as
E pairamos as duas, eu e a Vida
No carmim da borrasca. Embriagadas
Mergulhamos nítidas num borraçal que coaxa.
Que estilosa galhofa. Que desempenados
Serafins. Nós duas nos vapores
Lobotômicas líricas, e a gaivagem
se transforma em galarim, e é translúcida
A lama e é extremoso o Nada.
Descasco o dementado cotidiano
E seu rito pastoso de parábolas.
Pacientes, canonisas, muito bem-educadas
Aguardamos o tépido poente, o copo, a casa.
Ah, o todo se dignifica quando a vida é líquida
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Lg.
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14:03
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terça-feira, 2 de janeiro de 2007
UM ANO NOVO REGADO A DRUMMOND

Os meninos dormiam sonhando outros natais muito mais lindos
mas os sapatos deles estavam cheinhos de brinquedos
soldados mulheres elefantes navios
e um presidente de república de celulóide.
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Lg.
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22:18
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aqui jaz 2006
[...] e sob os gonzos da família e da classe,
fica sempre um pouco de tudo.
Às vezes um botão. Às vezes um rato.
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Lg.
às
12:08
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